A weekend in the city

16mar08

O fim de semana começou ruim. Péssimo, eu diria. Difícil ser espectadora de certas mazelas da vida e não ter nada que você possa fazer para mudar. São coisas que te pegam de surpresa, viram seu mundo de cabeça pra baixo e te fazem sentir aquela impotência maldita, raiva incontrolável de muita injustiça que acontece com quem não merece e fazem pensar em um milhão de coisas. O mais revoltante é saber que pessoas extremamente limitadas, com poder de influência, preferem ficar de braços cruzados ou tomar ações que desfavorecem mudanças positivas. Enfim, é a merda de mundo capitalista com pessoas ganaciosas em que vivemos. É o país com mentes governantes primitivas que sustentamos.

Estava mal, triste e com raiva. Minha auto-estima estava no 10˚ andar do inferno. Precisava de um momento meu para não pensar em absolutamente nada, relaxar, ser mimada e ter o ego massageado. Das duas uma: ou ia para o shopping ou ia para o cabeleireiro. No primeiro, eu faria um estrago exorbitante na minha conta. No segundo não ia ser diferente, mas eu precisava de uma mudança em mim e não no meu guarda-roupas. Queria um momento mulherzinha! Passei a tarde inteira sendo paparicada. Adoro! Melhor ainda foi sair do cabeleireiro com visual novo e cabelo hidratado, ver um monte de homem reunido numa mesa de bar olhando embasbacados para a mesma direção (óbvio que era algum jogo de futebol) e perceber que chamou a atenção deles ao passar. Voltei pra casa melhor.

E que delícia saber que finalmente o encontro com a Sabine e o Bressane ia rolar, depois de tantos desencontros na quinta. A noite começou com uma meia dúzia de arrobas no Starbucks da Santos e acabou com muita gente rindo com seus pints de Guinness na mão (Deus, segundo o Zander), no Asterix. Conheci muita gente legal, muitos fofos e fofas! Era tanta gente que não deu para conversar direito com todos, mas outros #botecamps, #nobs ou que tag seja, irão acontecer! Me controlei para não me perder na tequila ou cair em tentação com o cigarro do Gael. Passar mal na frente de um monte de gente nova não ia ser legal. Menos ainda ia ser perder a garrafa de tequila que o Sandro prometeu no meu aMiversário sem cigarro. Aliás, posso fumar para comemorar? =P

Volta do mundial, Massa não terminou a corrida, Rubinho se esforçou para mostrar que é o azarado do ano (de novo), Haikkonen passou de 15˚ para 9˚ (quase!), Hamilton garantiu seus primeiros 10 pontinhos e Alonso ficou com o 4˚ lugar. A felicidade está nas pequenas coisas…

Domingo era a preguiça mor atacando. Dia bom pra ficar na cama comendo porcaria e assistindo Friends. Mas era dia de encontro da patota mais miada do planeta! De encontro com 8 pessoas, acabou virando almoço ultra calórico com a Manu no Friday’s. E eu adorei por que a gente sempre se diverte, come um milhão de comidas gordas, bebe quinze litros de alguma coisa que eu não lembro o nome, fofoca, desabafa e dá conselhos mútuos sobre as situações mais insanas que a gente se mete.

No fim das contas acabei o fim de semana com a conta arrombada de qualquer forma, mais gorda, de ressaquinha, com a mãe brava mais uma semana (“não se esqueça que você tem uma casa”)… mas mais feliz!

Título: Bloc Party (em homenagem ao Lito que perdeu tudo isso e estava frustrado)



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