When I think of you as mine*
Bem que meu pai tentou impedir, mas não conseguiu. Eu conheci o tal Rafael, estagiário, júnior ou sei lá o quê que, aparentemente e na opinião dele, “não é pro meu bico”.
No agradável trânsito do túnel da Juscelino um louco começa a buzinar pro meu pai. Três gatinhos no carro e meu pai começa a conversar com eles. Lógico que perguntei se trabalhavam com ele. E lógico que emendei um “algum deles é o que atende seu telefone às vezes?”. E é óbvio que recebi uma resposta totalmente atravessada.
É o que estava no banco de trás.
E ele vai até onde?
A resposta que recebi foi um olhar bravo.
Você podia dar carona pra ele, né? Afinal, é óbvio que ele vai praticamente para o mesmo lugar que a gente.
Você podia parar de falar besteira.
Por que besteira? Só estou sugerindo que você seja um chefe bonzinho e sociável.
Pra quê? Pra você ser sociável com ele? Ele não precisa.
Credo! Que grosseria… só perguntei. E esse é o meu pai, vetando a socialização entre as pessoas.
*Honestly, Zwan
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Tags: Caronas, Pai, Segundas intenções

Pais, sempre pais! E filhas, sempre filhas!
esse é seu pai, sabendo a filha que tem.
COMO ASSIM?!
Cadê vc? Saudades…
‘como assim’, vc sabe.
e eu estou no gtalk, msn, etc.
cade VOCE!!
hahaha boa.. acho q é o q se espera dos pais
Esses pais ciumentos… tsc, tsc…
Pois é! Não fossem esses pais né… tanta voz bonita se transformaria em pessoa, ou vice-versa coisa e tal.